Petra Logic

Automação de processos

Um processo que hoje alguém executa passo a passo passa a rodar sozinho, do gatilho ao resultado, com registro de cada execução.

Regras do processo Gatilho Sistemas atualizados Registro gravado Exceção
Um processo automatizado tem começo, regra explícita e caminho definido para quando algo dá errado.

Quando aparece

Quando a automação aparece

Estes são os sinais de que um processo compensa automatizar:

  • Alguém precisa lembrar de rodar uma rotina toda segunda de manhã
  • O processo trava quando a pessoa que sabe fazer está de férias
  • A mesma sequência de telas se repete dezenas de vezes por dia
  • Ninguém sabe dizer se a rotina de ontem terminou
  • O erro só aparece dias depois, quando alguém vai conferir
  • A passagem de bastão entre setores depende de aviso no WhatsApp

Como funciona

O caminho, passo a passo

Cada etapa aqui existe porque, sem ela, alguma coisa quebra mais adiante.

Gatilho

O que dá início: um horário, um evento num sistema, a chegada de um arquivo, uma mensagem recebida. Fica explícito, não é suposição.

Leitura e validação

De onde os dados vêm e o que é conferido antes de seguir. Dado torto que passa aqui vira problema lá na frente.

Regras

As decisões do processo escritas de forma explícita, incluindo os casos que hoje só existem na cabeça de quem executa.

Execução

O que é gravado de volta em cada sistema, em que ordem, e o que acontece se um deles estiver fora do ar.

Registro

Cada execução guarda entrada, saída, duração e erro. É isso que permite responder depois se algo rodou ou não.

Reação à falha

Nova tentativa quando faz sentido, fila de pendências quando não, e aviso para quem precisa agir.

O que fica com vocês

O que entregamos

Vocês ficam com o sistema rodando, a documentação e os acessos, e conseguem operar, auditar e evoluir sem depender da gente.

O fluxo rodando

No ambiente de vocês, com as credenciais de vocês. Nada fica preso num ambiente nosso.

Mapa do processo

As regras escritas, incluindo as exceções. Serve para operar, auditar e treinar gente nova.

Registro de execuções

Onde consultar o que rodou, quanto tempo levou e o que falhou.

Alerta de falha

No canal que vocês já usam, com a informação necessária para agir.

Tratamento de exceção

Definido com vocês, caso a caso. O que o robô não deve decidir sozinho fica claro desde o começo.

Repasse

Quem vai operar aprende a operar, com a documentação na mão.

Limites

Quando isso não é a resposta

A gente prefere perder o projeto a entregar a camada errada. Nestes casos, o caminho é outro.

O processo muda toda semana

Automatizar um processo instável só cristaliza a bagunça. Primeiro se define como ele funciona, depois se automatiza.

Acontece uma vez por mês

Se a tarefa leva dez minutos e roda uma vez por mês, a conta não fecha. A gente fala isso na primeira conversa.

O sistema não abre nada

Sem API e sem interface estável, automação por orquestração não alcança. O caminho passa a ser RPA.

Ferramentas

Com o que isso é construído

A escolha depende do caso. O que não muda é que tudo roda no ambiente de vocês.

Orquestração

n8n, Make ou Zapier quando as peças já existem e o que falta é o fio entre elas.

Código próprio

Serviços em Python ou Node quando a regra é complexa, o volume é alto ou é preciso controlar retentativa e fila.

APIs e webhooks

Integração oficial dos próprios sistemas, sempre que existir. É o caminho mais estável, e o que menos quebra quando o outro lado muda.

Próximo passo

Isso parece o seu caso?

Responda cinco perguntas e a gente devolve por onde o seu processo provavelmente começa, e o motivo.